Centro Cultural Lusófono

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À Roda do Tacho no dia de Santo António

No dia 13 de junho – dia da grande festa da cidade de Lisboa,  em homenagem ao seu Santo António – regressam os nossos encontros gastronómicos “À Roda do Tacho”. Desta vez vamos aprender a preparar (e depois comer, claro está) o seguinte:

Para começar, vamos provar umas francesinhas, um dos grandes símbolos gastronómicos da cidade do Porto.

francesinha

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Sobre a origem desta sandes-prato tão especial, podemos ler na página web do Café Santiago, um dos templos da francesinha:  “Uma das teorias sobre a origem da francesinha remonta aos tempos das invasões francesas: Os soldados franceses costumavam comer umas sandes com pão de forma e onde colocavam toda a espécie de carnes e muito queijo. Mas faltava uma coisa importantíssima que os portuenses imediatamente passaram a colocar nas ditas sandes – o molho.  No entanto, actualmente parece haver alguma unanimidade em dar os créditos da sua criação a Daniel David Silva, então empregado do Restaurante A Regaleira na década de 1950. Tendo trabalhado em França, Daniel Silva criou a francesinha com base na tosta francesa, ou croque-monsieur, e daí o nome” (http://caferestaurantesantiago.com.pt)

Com prato principal, vamos preparar um delicioso –  e bem conhecido por estas bandas –  arroz de tamboril.

 

Arroz de Tamboril - Monkfish Rice 3

 

 

Depois de tão “frugal” almoço,  teremos à nossa espera para nos adoçar a boca duas sobremesas: baba de camelo e, pela terceira ou quarta vez na Roda (e apostamos que não será a última), nada mais nada menos do que …. pastéis de nata.

 

Baba-de-Camelo

Pastel-de-nata

 

 

Mais uma Roda do Tacho de fazer crescer água na boca!

(fotografias retiradas da Internet)
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Maio 30, 2015 Posted by | Uncategorized | 2 comentários

“O Ramalhete” – o nosso clube de leitura

No princípio foram “Os Maias”.  O que mais nos marcou. Por ter sido o primeiro. Por ser um grande livro (em vários aspetos), por lhe termos dedicado dois meses. Pela discussão intensa que provocou. Pelo Carlos. Pelo Afonso. Pelo Ega e pelo Dâmaso. Até mesmo pelo Eusebiozinho. E por tantas outras coisas além destas.

Marcou-nos tanto que, quando decidimos dar um nome ao nosso clube, decidimos chamar-lhe “O Ramalhete”.  Escolhemos esse nome porque representa o grupo (o ramalhete)  de amigos que se reúnem para falar dos livros, pelo conjunto (o ramalhete) de livros que nos esperava,  mas também, e sobretudo, pelo Ramalhete, “a casa que os Maias vieram habitar em Lisboa, no outono de 1875”, claro.  Quisemos perpetuar o primeiro espaço em que penetrámos ao começar esta aventura de criar um clube de leitura em português.

 

Um ramalhete de livros

 

Depois vivemos outras aventuras, através de “Crónica dos Bons Malandros”,  “Memorial do Convento”, “Manhã Submersa”, “Contos da Montanha”, “O Retorno”, “a máquina de fazer espanhóis”, “Quarto Livro de Crónicas” e “Madrugada Suja”.  Cada um deles proporcionando sempre reuniões divertidas e discussões fecundas.

No dia 29 de maio temos à nossa espera, para fechar com chave de ouro esta edição do clube, as “Histórias da Terra e do Mar”, de Sophia de Mello Breyner Andresen.  Vai ser, com certeza, mais um belo  e poético encontro ramalheteiro.

 

Depois da pausa estival, o clube volta ao ataque!

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  “O Ramalhete” é o nome do clube de leitura em português que funciona na Biblioteca Provincial Infanta Elena de Sevilha, organizado em coloboração com o Centro Cultural Lusófono.

Maio 15, 2015 Posted by | Uncategorized | 2 comentários